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Aline Sêne

Participantes elaboram propostas

Participantes elaboram propostas
Plenária define realização de campanha contra os grandes projetos e em defesa do Cerrado
Da Redação
Propostas elaboradas na Assembleia Popular/Tocantins:
- Fortalecimento das redes de movimentos sociais, para fortalecimento das lutas comuns;
- Oferecer formação para os militantes;
- Retomar e fortalecer o Fórum de Lutas;
- Trazer um curso da Via Campesina para o Estado;
- Realizar trabalhos de formação sobre o projeto popular e sobre a Assembleia Popular.
- Criação da secretaria operativa da Assembleia Popular no Estado do Tocantins;
- Realizar e articular as assembleias populares locais em todo o Estado.
- Sejam pensadas ações com as famílias do assentamento.
- Audiências públicas locais para debater os grandes projetos e em defesa do Cerrado;
- Fixação das (os) trabalhadoras(es) no campo;
- Fortalecimento da agricultura familiar e da agroecologia;
- Oferecimento de cursos profissionalizantes para os jovens camponeses, buscando mantê-los no campo;
- Criação de agroindústrias;
- Desburocratização do campo diante do pequeno produtor;
- Às margens da Ferrovia Norte-Sul sejam feito assentamentos;
- Dobre o número de assentamentos no Estado do Tocantins e que todos eles sejam irrigados;
- Todos os assentamentos tenham centros de saúde e de educação infantil. É direito das crianças terem escolas próximas à sua casa;
- Desenvolvimento de pesquisas sobre o tráfico de crianças e adolescentes e sua exploração sexual no Brasil e no Tocantins;
- Fomentar que os responsáveis públicos assumam o debate da sexualidade na infância e juventude dentro das escolas;
- Realizar um encontro de jovens urbanos e camponeses;
- Fortalecer ações de formação para a juventude, como o Projeto Saberes da Terra;
- Buscar que sejam oferecidos meios de lazer para a juventude;
- Criar um acampamento da juventude camponesa e movimentos sociais/entidades e fazer o debate do projeto popular para o Brasil;
- Os professores que conheçam a realidade dos assentamentos e que tenha educação sobre sexualidade nos assentamentos;
- Os agentes de saúde falem sobre sexualidade;
- Organizar novos movimentos para áreas específicas. Como, por exemplo, movimento pela educação no campo. Unificar o debate de educação em torno da educação popular;
- Que a Assembleia Popular seja permanente;
- Criar um movimento em defesa do Sistema Único de Saúde (SUS);
- Mais empregos para as mulheres;
- Apoiar o Sistema Único de Seguridade Social;
- Criar uma central das classes trabalhadoras;
- Participar do plebiscito sobre o Limite da Terra;
- Fazer debate e efetivar o movimento em defesa do cerrado e da serra tocantinense;
- Valorizar e apoiar o protagonismo juvenil;
- Entrar uma rede de enfrentamento a exploração sexual de adolescentes e jovens;
- Trabalhar mais o tema da exploração sexual na zona rural;
- Fazer oficinas na região de Estreito e outros locais onde acontecem os problemas de exploração sexual. Montar acampamento em Estreito para discutir a exploração sexual e os direitos da mulher;
- Que os movimentos e entidades incluam o debate da Assembleia Popular nas suas atividades;
- Que a assistência social dos municípios seja convidada para participar das atividades da Assembleia Popular;
- Fazer acampamentos de jovens para que também consigam terra;
- Discutir com os jovens o que é a Assembleia Popular;
- Assistência médica permanente nos municípios de pequeno porte;
- Discutir a sustentabilidade econômica dos assentamentos.
A Assembleia Popular Estadual terminou no final da manhã de domingo, 2, com um debate sobre os temas discutidos no dia anterior: Assembleia Popular; Direitos Humanos, Econômicos, Sociais, Culturais e Ambientais (DHESCAs); crise econômica e grandes projetos; e a exploração do trabalho. As discussões foram realizadas em quatro grupos e as propostas elaboradas, apresentas na plenária final do evento. Essas propostas serão encaminhadas em forma de carta para a Assembléia Popular Nacional, que acontecerá do dia 25 a 28, em Brasília.
Os participantes definiram ainda algumas ações: a criação de uma secretaria operativa da Assembleia Popular no Estado; a realização de uma campanha contra os grandes projetos e em defesa do Cerrado e a organização de assembleias populares locais e regionais.
A secretaria operativa da Assembleia Popular foi composta pelo Movimento Estadual de Direitos Humanos (MEDH), Associação em Defesa do Cidadão Tocantinense (ADC/TO), Casa da Mulher 8 de Março, Rede de Educação Cidadã (RECID) e o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST). O encaminhamento é que este coletivo faça uma reunião ainda em maio para elaborar um planejamento. Um membro de cada organização da secretaria representará o Tocantins na Assembleia Popular Nacional.
O evento iniciou no sábado, 1, no Colégio de Tempo Integral do Setor Santa Bárbara, em Palmas (TO), e teve como tema “Tocantins que queremos: Livre dos Grandes Projetos e pelos Direitos Sociais”.
Os participantes definiram ainda algumas ações: a criação de uma secretaria operativa da Assembleia Popular no Estado; a realização de uma campanha contra os grandes projetos e em defesa do Cerrado e a organização de assembleias populares locais e regionais.
A secretaria operativa da Assembleia Popular foi composta pelo Movimento Estadual de Direitos Humanos (MEDH), Associação em Defesa do Cidadão Tocantinense (ADC/TO), Casa da Mulher 8 de Março, Rede de Educação Cidadã (RECID) e o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST). O encaminhamento é que este coletivo faça uma reunião ainda em maio para elaborar um planejamento. Um membro de cada organização da secretaria representará o Tocantins na Assembleia Popular Nacional.
O evento iniciou no sábado, 1, no Colégio de Tempo Integral do Setor Santa Bárbara, em Palmas (TO), e teve como tema “Tocantins que queremos: Livre dos Grandes Projetos e pelos Direitos Sociais”.
Propostas elaboradas na Assembleia Popular/Tocantins:
- Fortalecimento das redes de movimentos sociais, para fortalecimento das lutas comuns;
- Oferecer formação para os militantes;
- Retomar e fortalecer o Fórum de Lutas;
- Trazer um curso da Via Campesina para o Estado;
- Realizar trabalhos de formação sobre o projeto popular e sobre a Assembleia Popular.
- Criação da secretaria operativa da Assembleia Popular no Estado do Tocantins;
- Realizar e articular as assembleias populares locais em todo o Estado.
- Sejam pensadas ações com as famílias do assentamento.
- Audiências públicas locais para debater os grandes projetos e em defesa do Cerrado;
- Fixação das (os) trabalhadoras(es) no campo;
- Fortalecimento da agricultura familiar e da agroecologia;
- Oferecimento de cursos profissionalizantes para os jovens camponeses, buscando mantê-los no campo;
- Criação de agroindústrias;
- Desburocratização do campo diante do pequeno produtor;
- Às margens da Ferrovia Norte-Sul sejam feito assentamentos;
- Dobre o número de assentamentos no Estado do Tocantins e que todos eles sejam irrigados;
- Todos os assentamentos tenham centros de saúde e de educação infantil. É direito das crianças terem escolas próximas à sua casa;
- Desenvolvimento de pesquisas sobre o tráfico de crianças e adolescentes e sua exploração sexual no Brasil e no Tocantins;
- Fomentar que os responsáveis públicos assumam o debate da sexualidade na infância e juventude dentro das escolas;
- Realizar um encontro de jovens urbanos e camponeses;
- Fortalecer ações de formação para a juventude, como o Projeto Saberes da Terra;
- Buscar que sejam oferecidos meios de lazer para a juventude;
- Criar um acampamento da juventude camponesa e movimentos sociais/entidades e fazer o debate do projeto popular para o Brasil;
- Os professores que conheçam a realidade dos assentamentos e que tenha educação sobre sexualidade nos assentamentos;
- Os agentes de saúde falem sobre sexualidade;
- Organizar novos movimentos para áreas específicas. Como, por exemplo, movimento pela educação no campo. Unificar o debate de educação em torno da educação popular;
- Que a Assembleia Popular seja permanente;
- Criar um movimento em defesa do Sistema Único de Saúde (SUS);
- Mais empregos para as mulheres;
- Apoiar o Sistema Único de Seguridade Social;
- Criar uma central das classes trabalhadoras;
- Participar do plebiscito sobre o Limite da Terra;
- Fazer debate e efetivar o movimento em defesa do cerrado e da serra tocantinense;
- Valorizar e apoiar o protagonismo juvenil;
- Entrar uma rede de enfrentamento a exploração sexual de adolescentes e jovens;
- Trabalhar mais o tema da exploração sexual na zona rural;
- Fazer oficinas na região de Estreito e outros locais onde acontecem os problemas de exploração sexual. Montar acampamento em Estreito para discutir a exploração sexual e os direitos da mulher;
- Que os movimentos e entidades incluam o debate da Assembleia Popular nas suas atividades;
- Que a assistência social dos municípios seja convidada para participar das atividades da Assembleia Popular;
- Fazer acampamentos de jovens para que também consigam terra;
- Discutir com os jovens o que é a Assembleia Popular;
- Assistência médica permanente nos municípios de pequeno porte;
- Discutir a sustentabilidade econômica dos assentamentos.
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